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16/03/2016 - Em tempos de crise, o controle é a melhor solução!

PLANEJAMENTO

 

Com a necessidade de poupar e reduzir dívidas por conta da crise financeira que atinge o país. A principal recomendação dos economistas é controlar os gastos usando uma planilha. "Toda a família deveria ter essa planilha para poder ter domínio sobre suas contas, se quiser fazer em um caderno também pode funcionar", garante o economista Luiz Carlos Laureano da Roda, ligado ao Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais (Nupes), da Universidade de Taubaté.

 

Em uma coluna você coloca os gastos e em outra o que recebedo. Fazendo durante três ou quatro meses, você já consegue ver onde se está gastando de mais. São os pequenos gastos que podem afundar uma pessoa, esses são os gastos que podem e devem ser cortados.

 

 

PRIORIDADES

 

Um planejamento financeiro envolve antes de mais nada estabelecer prioridades. Cada pessoa ou cada família tem desejos e interesses variados. em geral, sempre temos mais desejos e interesses do que podemos arcar financeiramente. Por isso, estabelecer prioridades no começo do ano é fundamental para maximizar a satisfação ao final do ano. O interessante é fazer uma lista de três a cinco prioridades, e depois calcular os custos de realizá-las e vislumbrar se elas cabem no orçamento doméstico.

 

DESPESAS NO INÍCIO DO ANO


O ano começa ocm dívidas, impostos, IPTU, IPVA. O truque é sempre viver e/ou gastar com menos do que se ganha, e se planejar. As despesas do começo do ano devem ser pensadas a partir do 13º do ano anterior, isso pode ajudar a não começar o ano com dívidas.

 

CENÁRIO BRASILEIRO


O percentual de família endividadas e inadimplentes, segundo a Pesquisa Nacional de Endividamente e Inadimplência do Consumidor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgado no começo de 2015 mostra 59,3% e inadimplentes. E o percentual de famílias muito endividadas passou de 11,6% para 10,8%.

 

Segundo a pesquisa, a maior parte das dívidas está relacionada ao uso do cartão de crédito (74,6%), aos carnês (18%), ao financiamento de carro (14,5%) e ao crédito pessoal (9,6%). A maior parte das famílias (52,2%) compromete de 11% a 505 de sua renda com dívidas.

 

Apesar dos números, o economista Filipe Prado disse que o cenário não é ruim. Ele destaca que o endividamente é uma forma das pessoas e das famílias executarem gastos/investimentos que não seriam capazas com a renda mensal.